terça-feira, 4 de agosto de 2009

Formando um Par...

Desde cedo as pessoas de valor aprendem a iniciar obras, seguir objetivos e, passo a passo, galgar os degraus que conduzem a satisfação, a alegria e ao orgulho.

E dentre tantos, quais seriam os objetivos de maior valor?

"Naquilo que um espírito se contenta, mede-se o tamanho de sua perda".
– Hegel

Os mais nobres objetivos da humanidade são aqueles que conduzem ao sacrifício da individualidade em prol do compartilhamento da alma individual com a alma coletiva.

Quantas palavras somos capazes de escrever sozinhos? E quantas em duplas, grupos, família, sociedade?

O que sempre achei interessante é o fato de ser mais difícil formar uma dupla do que um trio! Famílias são tão fáceis que algumas já vem até pronta... Um valor seu diluído na sociedade se torna tão pouco que não faz diferença alguma se você gosta ou não de borboletas!

Temos aqui, hoje, neste blog, duas pessoas! Com teclados nas mãos e idéias na cabeça!

Querem saber o que é ainda mais difícil que formar duplas? É formar casais! E não digo namorados, nem “ficantes”! E sim uma corinthiana – preta e branca – gata, simpática, inteligente, boa de papo, solteira, e muito mais, ou seja, tudo bom ! E um cara antipático, ranzinza, curioso e indisciplinado, que vive metade da vida com um roupão de banho e uma caneca...

Temos muitas histórias para contar, algumas para esquecer e muitas a serem vividas!

Encontre uma cadeira confortável, um bom roupão de banho, coloque o quiser na sua caneca! E seja bem vindo !

Danilo Régis

Até o “Par ou Impar” é um par...

Após tantas e tantas conversas, das quais saíram muita coisa interessante, eu e o Danilo resolvemos escrever esse Blog. Espero que seja uma parceria de sucesso.

Acho até que servirá como exercício.
Tenho alguma experiência em escrever e muitas tentativas no assunto “formar um par” afinal.. bom, é melhor não contar detalhes por enquanto, pode espantar a freguesia.

Eu sei que não fui feita da Costela de Adão, mas isso não significa que não goste dele.
Adoro dançar, mas só sei dançar sozinha. No chega junto de um tango eu acabo sempre torcendo o pé.

E ai, vamos trocar idéias? Mandem cartas, emais, comentários e vamos debater sobre esse assunto que parece ser tão piegas, mas que afeta todo mundo. Não estamos falando apenas de relacionamentos amorosos ou sexuais, mas de qualquer tipo de relacionamento a dois.

Não estamos aqui para aconselhar ninguém, mas se a coisa pegar a gente pensa num preço para consultas particulares.

Sua identidade será mantida no mais absoluto sigilo.

Nádia Ilvana

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