quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Mulheres de 30

Texto de Daniela Miranda


“Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis. A mulher jovem tem muitas ilusões, muita inexperiência. Uma nos instrui, a outra quer tudo aprender e acredita ter dito tudo despindo o vestido. (...) Entre elas duas há a distância incomensurável que vai do previsto ao imprevisto, da força à fraqueza. A mulher de trinta anos satisfaz tudo”... Balzac.

Aos 30 tudo muda e as crises do universo feminino perdem forças.

Muda porque mudamos a forma de agir, de reagir e o modo como enxergamos as coisas. Aceitamos com mais naturalidade que as pessoas são complexas e que o equilíbrio é a chave do sucesso em qualquer fase de nossas vidas. O que é certo para alguns, nem sempre é correto para nós. Sabemos também que algumas coisas não são politicamente corretas, mas fazem muito bem para a alma. As mulheres de 30 já se conhecem o suficiente para saber quem são e o que querem.

Depois de ler a frase acima de Balzac, fiz uma auto-critica a meu respeito e fiquei observando algumas amigas que agora também já passaram dos 30. Somos mulheres fortes, diretas e honestas. Não temos dificuldade em dizer a um cara que ele é um idiota, se estiver agindo como um.

E o que mais encanta é que parece que nunca vamos perder aquele jeitinho que trouxemos dos 20... Perdemos o frescor juvenil, é verdade. Mas também perdemos o ar inseguro de quem ainda não sabe direito o que quer da vida, de si mesma e de um homem. O bom é que um homem nunca precisa se preocupar onde ele se encaixa em nossas vidas. Basta agir como homem, e o resto deixa que a gente faz. Não sustentamos mais aquele ar ingênuo, uma característica sexy da mulher de 20. Só que isso é compensado por outros atributos encantadores que revestem as mulheres de 30.

Como nos conhecemos melhor, somos mais autênticas, centradas, certeiras no trato conosco e com os outros. Aos 30, temos uma relação mais saudável com o próprio corpo e orgulho das suas carnes sinuosas. Não brigamos mais com nada disso. Na verdade, queremos brigar o menos possível. Estamos interessadas em absorver do mundo apenas o que parecer justo e útil.
Aos 30 anos, já sabemos nos vestir. Dominamos a arte de valorizar os nossos pontos fortes e disfarçar o que não interessa mostrar. Gastamos mais porque temos mais dinheiro. Mas, gastamos melhor. Temos gestos mais delicados e elegantes.

Aos 30, fingimos indiferença com muito mais competência quando nos interessa repelir. Não somos mais bobinhas. Mas continuamos inconstantes. Mulher que é mulher, se pudesse, não vestiria duas vezes a mesma roupa nem acordaria dois dias seguidos com o mesmo humor. Mas, aos 30 já sabemos lidar melhor com esse aspecto peculiar da condição feminina. E poupa (exceto quando não quer) o seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a atingiam e quem mais estivesse por perto, irremediavelmente.

Sim, aos 20 a mulher é escolhida. Aos 30, nós escolhemos. E o melhor podemos escolher os moçinhos de 24, 38 e os de 43 anos.

As mulheres de 30 dão gosto de olhar, capturam os sentidos, provocam fome. Aos 30, somos mais naturais, sábias e serenas. Menos ansiosas, menos estabanadas (nem sempre!). Até nossos lábios, se tornam mais reluzentes; e nossa saliva, mais potável. Ainda desenvolvemos um toque ao mesmo tempo firme e suave. Aos 30 ousamos e normalmente acertamos. Amamos quem queremos, à hora que queremos e onde queremos. E o mais importante: do jeito que desejamos.

No jogo com os homens já aprendemos a levar a situação sem que ninguém se sinta dominado. Sabemos impor nossas condições na hora certa e de forma sutil. Sabemos correr atrás do que queremos sem confrontos inúteis. Sabiamente, gozamos da condição feminina sem engolir sapos supostamente decorrentes da imaturidade. Uma mulher de 30 faz toda a diferença. Aos 30 ela poderá ser umas sete ou oito vezes mais interessante, sedutora e irresistível.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Tudo Que Eu Quero

Nunca imaginei tal situação
Onde eu conhecesse alguém
Por quem em tão pouco tempo
Conquistasse a mim
Do jeito que fez
Sem nem pensar se queria fazer.

Eu posso ser assim
Me apegar de um jeito
Por pessoas que tem algo
Que sempre procurei

Pode ser num olhar
Num sorriso
Nas palavras
Ou até mesmo
Num pensamento

O estranho é entender
Que pelas pessoas que me apego
Logo decido o que eu quero
Sendo na maioria
Querer estar perto
Para compartilhar uma amizade
Um segredo ou nada mais

Tive novos encontros
Conhecendo, me envolvendo
Mas nada pra frente eu levei
Pois queria a liberdade
Pela qual eu lutei para ter

Mas esse caso me pegou
Distraído e desprevenido
Quando achei que queria estar sozinho
E agora mudar meu pensamento
Sem nenhum argumento

Descobri sua história
Ouvi muitos comentários
Mas para nada disso eu ligo
Pois tenho meus princípios




Procurei pelo teu potencial
Achando bondade
Buscando a felicidade
Mas as barreiras do medo
Criam desconfiança
Confundindo suas vontades

Talvez não seja assim
Esteja enganado
Mas sobre o que eu quero
Nunca deixei de estar certo

Quero proteger
Cuidar e ensinar
Mostrar o que você tem de melhor
Pois sinto quando é pra acontecer
E luto quando as chances transparecem
De ambos os lados aparecem

Já decidi meu desejo
Fazer parte da sua vida
Seja o tempo que for
Pois os fatos em comum
Nos deixa mais confiáveis
De uma relação agradável

Temos muito a conhecer
A descobrir e realizar
E vou me arriscar
Pois sei das condições
Que o futuro lhe trará

Resumi o que sou,
O que quero
Em versos descobertos
Pela minha mente
Que tem mais a dizer
E você irá escutar
Quando quiser
Irei falar

domingo, 26 de setembro de 2010

O amor jamais passará

Texto de Daniela Miranda


“Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais passará.” (1 Cor 13:4-8).

Se o amor tudo desculpa, tudo crê tudo espera, tudo suporta, por que então dizemos que estamos sofrendo por amor?

Acho que na verdade temos dificuldade em dizer que estamos sofrendo, pois só sofremos “por amor” quando umas das partes não querem, não acreditam ou simplesmente mudam de idéia.

Falamos tanto da Globalização, na geração Y, Z... Mas quando se trata de sentimentos... Mesmo com tanta evolução no cenário atual, onde temos back up de tudo e aprendemos nas melhores faculdades a melhor forma de gerir pessoas, os sentimentos ainda acabam se perdendo.

Hoje em dia muitas pessoas acreditam que os sentimentos são ações decorrentes de decisões tomadas por nós mesmos.
Podemos dizer que o amor não é o conjunto de emoções carnais que a pessoa sente por outra, mas o ato de sempre optar pelo bem ou a favor do outro independente das conseqüências. E hoje quem consegue amar assim?

Partindo da premissa que o sentimento é uma decisão que a mente toma, qualquer decisão é um sentimento, algo que podemos ou não escolher fazer .
Então podemos escolher amar, sofrer por amor, ou nunca amar?
Odiar, odiar a si mesmo, odiar o próximo ou nunca odiar?
Nós escolhemos os nossos próprios sentimentos?

Fácil, então... Pelo contrario é difícil controlar a mente. Por isso que uma pessoa que ama outra, por haver tomado essa decisão, mesmo depois de sofrer algum stress no relacionamento pode continuar amando, muitas vezes sem entender como pode amar e ao mesmo tempo sentir ira. Estou quase chegando à conclusão que amar é algo complexo demais para o século XXI, onde a desculpa é não temos tempo para nada, então imagine tempo para entender o Amor.

O Amor é algo complexo demais para se explicar, mas segundo Abraham Maslow, (pirâmide das necessidades), todos os seres humanos nascem com um senso inato de valores pessoais positivos e negativos. Somos atraídos por valores pessoais positivos como justiça, honestidade, verdade, beleza, humor, vigor, inteligência etc. Como somos repelidos por injustiça, morbidez, feiúra, fraqueza, falsidade, engano, caos etc. Maslow também declara que não podemos maximizar qualquer virtude e deixar que ela contenha quaisquer valores pessoais negativos sem repulsa. Ou seja, loucura buscar alguém perfeito porque não há.

Também podemos nos orientar na teoria Estilos de amor (Alan John Lee) que identificou seis tipos básicos em sua teoria.

ü Eros - um amor apaixonado fundamentado e baseado na aparência física;
ü Psiquê - um amor "espiritual", baseado na mente e nos sentimentos eternos;
ü Ludus - o amor que é jogado como um jogo; amor brincalhão;
ü Storge - um amor afetuoso que se desenvolve lentamente, com base em similaridade;
ü Pragma - amor pragmático, que visualiza apenas o momento e a necessidade temporária, do agora;
ü Mania - amor altamente emocional, instável; o estereótipo de amor romântico;
ü Ágape - amor altruísta; espiritual;

Mesmo com estes milhões de inconvenientes ainda acredito que amar pode da certo. Quando alguém se apaixona registra maior produção de dopamina, adrenalina, e endorfina, e este coquetel dá sensação de felicidade e bem estar.

Pesquisas apontam que os homens tendem a ser mais lúdicos e maníacos, enquanto as mulheres tendem a ser mais pragmáticas. Relacionamentos baseados em amor de estilos semelhantes tendem há durar mais tempo. UFA! Existe uma solução?

Outro dia, conversando com uma amiga muito especial, ela me disse que leu em algum lugar que devemos amar pelo menos 03 vezes na vida. Uma para descobrir o amor, outra para aprender a lidar com o amor e a terceira para gente viver um grande amor. Tomará que as trajetórias se encerrem por ai e que tudo termine como o filme da Cinderela, mas se não for assim, mas próximas vezes iremos aprender cada vez mais a amar as pessoas como elas são.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Sinais - Parte 1 - Harmonia


                No século XVI o Mestre Sen-no-Rikyu inspirou-se no espírito Zen para estruturar o  Tchâ-no-yu (Cerimônia do chá) ou Sadô  (literalmente, o caminho do chá). Durante a cerimônia cada etapa é conduzida da forma mais simples e pura, do principio ao fim, buscando alcançar os quatro princípios ou pilares da cerimônia -  Wa (harmonia), Kei (respeito), Sei (pureza) e Jaku (tranqüilidade).

                Quanto mais nos aproximamos da perfeição destes pilares, mais próximos nos encontramos do Tao (Chinês), do Dharma (Hindu), do Dô(Japonês), do caminho natural, e neste momento percebemos com nitidez o contraste da vida cotidiana quando comparada a harmonia do universo.

                Diz a tradição que quando o gosto do chá não está agradável significa que há algo de errado com a pessoa e não com o chá, pois a natureza é perfeita e sempre equilibrada, diferente dos seres humanos (principalmente nós ocidentais) que vivem em desarmonia com a própria vida, desarmonia com a Natureza e desarmonia com "Deus".

"Deus contra homem. Homem contra Deus. Homem contra a Natureza. Natureza contra homem. Natureza contra Deus. Deus contra Natureza - que religião estranha!"



- Mestre Zen D. T. Suzuki


                E assim como o sabor do chá pode demonstrar que algo está em desequilíbrio, diversos outros sinais surgem em torno de nós constantemente, e são tratados não só pelos orientais, mas por todas os povos cuja cultura esteja intrínseca a natureza.

                “Deus perdoa sempre, o homem as vezes, a natureza .. nunca...”  


                No Brasil, os Tupis e outras etnias indígenas, em suas linhagens mais antigas, estão sempre atentos a novas ervas que surgem em torno de suas aldeias, e quando uma nova espécie surge é natural que os habitantes comecem a fazer uso da mesma em chás, refeições, banhos, pois não resta dúvida de que a natureza enviou aquela erva para prevenir algo que está por vir.

                Observem que as ervas são encontradas na região da aldeia, e não longe... Eles não importam ervas da china ou cogumelos do sol, mas fazem sim uso de sinais que estão próximos, relacionados com eles de uma forma próxima.

                E é justamente desta forma que deveríamos levar a vida... Com atenção ao nosso redor, atentos aos elementos que nos rodeiam, pois trata-se da natureza buscando o seu equilíbrio!

Não se oponha aos caminhos do mundo”
-  Musashi

                Saiba identificar a sua natureza, e desenvolva-a com harmonia, respeito, pureza e tranqüilidade.

“Toda profissão é sacerdócio ou comércio 



conforme seja exercida com altruísmo ou egoísmo” 
– Prof. Henrique José de Souza.


                Seja como uma nuvem que conduz a água e aceita que o lugar seja escolhido pelo vento... E se enquanto vive como nuvem um bom vento aparecer... não resista... pois apenas podemos colher o que plantamos.... e lembre-se de que não se pode enganar uma semente....

“A humanidade hoje sofre por ter feito do trabalho um castigo e do amor um pecado...”



– Prof. Henrique José de Souza.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Corinthians: Amor de Verdade


O escritor Mário de Andrade corrigiu a Língua Portuguesa graças ao seu amor pelo Corinthians. Ele definiu que na verdade o verbo Amar é um verbo Intransitivo. Afinal, como explicar um amor? A gente ama e pronto, não há transição. Sentimos algo dentro da gente e nossa vida passa a ter Mais Sentido.

Eu descobri o Amor em 1977. Tinha apenas 1 ano de idade, estava no colo do meu pai e a cidade toda em festa. Finalmente o Corinthians havia conquistado o Campeonato Paulista após um jejum de 23 anos. Meu pai disse que eu avistei a bandeira, o manto sagrado do Timão, e quis tocá-la de qualquer jeito. Basílio fez o gol que me batizou: nascia mais uma Corinthiana.

Não adiantava meu pai, são-paulino, falar nada que eu não me convencia. Meus tios, italianos palmeirenses, ficavam horrorizados quando eu falava que era Corinthiana. Eu nem sabia que já era gente, mal sabia falar, mas já tinha um Fiel Amor pelo Corinthians.

Eu Vivo Por Ti, Corinthians

Ser Corinthiano é viver uma experiência de amor verdadeiro, um amor maior que a própria existência.

Falar do Corinthians é sentir alegria, é como se sentir abraçado, respeitado. Ver o Corinthians jogar é delírio, adrenalina, endorfina! Quando a gente ama de verdade a gente tem orgulho, não pensa em nada e títulos ou posses não fazem a menor diferença.

É sempre bom ganhar, festejar, mas a alegria maior é de sentir o Corinthians. Somos fanáticos, alucinados, um bando de loucos por um único Amor: O Todo Poderoso Timão. Raça, força, coragem: juntos na alegria ou na dor!

O Amor é Preto e Branco

O mais fiel e verdadeiro casamento já visto é do Corinthians com sua torcida. Lógico que adoramos as conquistas e vibramos com cada gol. Por amor, também sofremos com as derrotas, mas são nos momentos difíceis que mais nos ajudamos, nos apoiamos e nos fortalecemos.

Aceitamos o Corinthians exatamente do jeito que ele é.

Temos orgulho de sua personalidade, time que acolhe a todos com amor, independente de raça, cor ou religião. Nos vangloriamos da sua garra, da Democracia Corinthiana e eternizamos aqueles que honraram e honram nossa camisa.

E jamais abandonamos o Corinthians nos momentos difíceis, nas derrotas, no rebaixamento e não nos afetam os títulos não conquistados. Amamos. Ponto. Nas horas difíceis mostramos quem somos e nossa maior característica é ser Fiel.

E fidelidade é algo que só acontece naturalmente, sem imposições, mas sim porque há amor. Seja no preto ou seja no branco, você é Fiel porque sente Amor de Verdade.

Nossa corrente jamais será quebrada! Corinthians, eu te amo!

Parabéns Corinthians, são 100 anos provando que o amor existe


“É mais que um caso de amor
Na alegria, ou na dor, religião
Um sentimento que invade
A alma e não tem explicação
Nasceu da humildade à união
De um “bom retiro” a inspiração
Do povo a força pra lutar hei de cantar...
Daria a vida a você timão
Manter acesa a luz do lampião
Pra ti eternizar...”

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Devaneio

Não sei mais quem eu sou
Parece mentira, loucura
Não vejo pra onde vou
Perdido, estrada escura

Parem de rir de julgar
Tirem o peso de mim
Eu sei, quero mudar
Irei decidir meu fim

Carrego a culpa
Uma armadura
Um fardo difícil
Sacrifício

Erguerei a espada
Enfrentarei a caçada
Não irei sofrer
No final irei vencer

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Einstein, Moisés e o Universo Feminino

Texto de Daniela Miranda


Outro dia me peguei pensando na vida.
Estava em um período de reflexão, que podemos chamar no universo feminino de “período de luto” – pós-término de relacionamento.
Percebi que tudo é relativo quando se trata de pessoas e sentimentos.
Ou seja: quando falamos de sentimentos no coletivo o tempo passa a ser relativo, quando trata-se apenas dos nossos sentimentos o tempo é absoluto.

Podemos desenhar assim: Ponha sua mão em um forno quente por um minuto, e ele parecerá uma hora. Saia com um cara interessante por uma hora, e ela parecerá um minuto. Isto é relatividade.

Viajando mais um pouquinho, Moisés já fazia sua referência a relatividade do tempo, Salmo 90(89), versículo 4. Parece ter algo em paralelo com o modo de pensar de Einstein, mesmo ele sendo judeu e por isso não lia a bíblia, mas como o livro dos Salmos é o mesmo no judaísmo e cristianismo, penso eu que ele até pode ter usado este versículo para sustentar a hipótese de que o tempo é relativo.

Se isto for realmente verdade teria grande significado, pois a história diz que Einstein, ainda adolescente, interessou-se pela natureza e propriedades da luz, começou a desenvolver os cálculos, e através deles deduziu que o tempo é relativo.

Pensando na ligação do versículo bíblico com a Teoria da Relatividade, precisamos lembrar que, para Newton (matemático e físico inglês), o tempo é absoluto, já para Einstein o tempo não é absoluto.
E para uma mulher em período pós fim de relacionamento, o tempo passa a ser relativo ou absoluto?

Então podemos dizer que dois relógios estáticos marcam a mesma hora, mas dois relógios em movimento muito acelerado podem marcar horas diferentes, ou seja dois corações apaixonados estão vivendo a mesma coisa, mas dois corações muitos apaixonados podem dar valores a coisas diferentes.
Isso quer dizer que o tempo varia segundo alguns fatores?
Por isto que os sentimentos entre homens e mulheres vivem de acordo com a teoria da relatividade?

Em outras palavras, o tempo é dependente de alguns fatores. E tais fatores causam ações e reações diferentes nos homens e nas mulheres.

– Os dizeres do versículo 4 são: “Mil anos diante de Vós são como o dia de ontem que se foi ou como uma vigília da noite.”

Levando em consideração que no tempo de Moisés o dia e a noite eram fenômenos distintos; não se sabia que um era a continuação do outro. Portanto, o dia era correspondente a doze horas (essa medição do tempo em horas passou a ser feita séculos depois). A noite, por sua vez, era dividida em três partes iguais – cada uma delas correspondia a uma vigília, ou seja, quatro horas. Portanto, o versículo pode ser lido assim:

“Mil anos diante de Vós são como 12 horas ou como 4 horas.”

Embora a citação do versículo faça referência a Deus, e Deus é um espírito, podemos denominar de atemporal. A referência aos tempos “mil anos”, “doze horas” e “quatro horas” devem ter outro significado. Provavelmente neste caso o tempo é relativo.

Primeiro a religião, depois a ciência.
Eis a questão; pois "Ciência sem religião é lama, religião sem ciência é cegueira”. Pois muitos acreditam que os Salmos são reveladores de verdades. Partindo desta premissa, os cálculos finais sugerem que o tempo é relativo.

Se pesarmos desta forma, podemos entender porque as mulheres gostariam que o mundo parasse quando estivessem com o coração partido (tempo absoluto), mas infelizmente o mundo não para (tempo relativo).